A indústria de alimentação animal ocupa uma posição estratégica e, ao mesmo tempo, exposta, já que está posicionada entre os fornecedores de matérias-primas, energia, tecnologia e serviços e os produtores de aves, suínos, bovinos, leite, ovos, peixes, além de atender aos animais de companhia. Por conseguinte, acaba por absorver rapidamente choques climáticos, geopolíticos, cambiais, logísticos, regulatórios e tributários, embora disponha de exígua capacidade para controlá-los isoladamente. A principal conclusão é que o setor continua amparado por fundamentos estruturais favoráveis (demanda mundial por alimentos, competitividade do agronegócio brasileiro e expansão possível das exportações), porém atravessa um ambiente de elevada incerteza.
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