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Em São Paulo, frango vivo obtém alta de cinco centavos
| Em São Paulo, frango vivo obtém alta de cinco centavos |
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A confirmação de que também no mercado paulista prevalece, no momento, maior equilíbrio entre oferta e procura veio ontem com novo reajuste de cinco centavos (o segundo do mês) no preço do frango vivo comercializado no interior do Estado de São Paulo. Dessa forma, o produto – que encerrou abril cotado a R$1,45/kg – alcança agora o preço de R$1,55/kg, com valorização de 24% no mês e de perto de 35% em 12 meses. Registre-se, de toda forma, que enquanto em São Paulo o frango vivo precisou de sete dias de negociações para avançar 15 centavos no preço, em Minas Gerais o produto obteve o dobro (30 centavos) em menos tempo, seis dias. Essa, infelizmente, parece ser uma tendência natural do mercado paulista, onde o maior número de integrações em operação torna as “sobras” de frango vivo um acontecimento rotineiro. Como tais sobras decorrem, sobretudo, de problemas operacionais, sempre existirão ofertas inesperadas no mercado da ave viva, impedindo a obtenção de preços mais justos pelo produto. É, convenhamos, um desafio que toda a avicultura de corte precisa vencer, não apenas os próprios produtores. Porque – e todo mundo sabe disso – o frango vivo baliza duplamente o mercado. De um lado, sendo a base de preços para outras praças do País (por exemplo: São Paulo + dois centavos). Do outro, sendo referência para um valor máximo que atacadistas e supermercados devem pagar pelo frango abatido. Em síntese, pois, a própria valorização do frango abatido passa, primeiro e necessariamente, pela valorização da ave viva – a despeito de sua participação no mercado paulista ser inferior – como se afirma – a 10% dos abates diários de frango do Estado. (8/5/2008) - Fonte: AviSite |
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